29/04/2011

Na Espanha, inseminação é negada a lésbica sem parceiro masculino


Carolina García
Em Madri (Espanha)


"Agora foi a minha vez", lamenta Silvia García, 30 anos. Esta lésbica é o segundo caso ao qual se nega o tratamento de reprodução assistida em Astúrias desde que, há algumas semanas, Andrea Muñiz denunciou um caso semelhante: "O conselheiro de Saúde do Principado de Astúrias, Ramón Quirós, me tirou o direito de ter acesso à Unidade de Reprodução Assistida em Mieres, argumentando que não existe infertilidade do homem, a mesma razão que deram a Andrea [também lésbica] dias atrás".

Silvia, porta-voz da associação Xente Gay Astur (Xega), salienta: "Estão me dizendo de forma indireta que tenho de me reproduzir com um homem. É uma violação emocional de minha pessoa. Estou indignada. Não tanto como lésbica, mas como mulher solteira e saudável", argumenta. "Não ocorreu uma situação semelhante em Astúrias nos últimos cinco anos, por isso não parece lógico que agora se recorra a este argumento. Quero que me mostrem a ordem por escrito", acrescenta.

Mané Fernández, presidente da Xega, afirma que "é inconcebível que se obrigue uma lésbica a manter relações sexuais" com um homem, principalmente quando nelas há "risco de transmitir doenças genéticas ao feto, hemofilia, síndrome de Down ou HIV".

A notícia foi comunicada verbalmente pelo chefe de serviço da unidade de reprodução assistida no último 18 de abril, argumentando que o Conselho de Saúde havia dado ordem pela segunda vez de não admitir "nenhuma lésbica nem mulher só".

Um porta-voz do conselho declinou fazer declarações porque afirma que preferem não falar de casos concretos. Só remetem ao Real Decreto 1030/2006, que estabelece a carteira de serviços comuns para todas as comunidades, e que contempla a "reprodução humana assistida quando houver um diagnóstico de esterilidade ou uma indicação clínica estabelecida". No entanto, a lei de reprodução humana assistida de 2006 diz que "a mulher poderá ser usuária ou receptora das técnicas regulamentadas nesta lei com independência de seu estado civil e orientação sexual".

Segundo Fernández, "parece que este governo é contra essa lei, que neste caso legisla o próprio Executivo em nível estatal e nega a reprodução assistida e o direito de ser mãe de uma mulher". Segundo Silvia, "causa indignação" que o direito de ser mãe passe, segundo o conselho, "por ter um homem estéril como parceiro".

"Fica claro que o conselheiro apoia o inspetor de Mieres, Jaime Sánchez Bello, que foi quem negou o tratamento a Andrea e a mim", destaca a mulher.

De fato, Silvia solicitou acesso à unidade de reprodução assistida em junho passado: "Recebi a aprovação tanto do atendimento básico como do Serviço de Ginecologia do Hospital de San Agustín". Na Xega, tentam esclarecer se "esses casos foram um fato discriminatório isolado ou se, pelo contrário, constituem o princípio de um corte nos direitos das lésbicas de ter acesso em condições de igualdade a esses tratamentos".

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

É outono, mas ainda dá para vestir (ou despir) uma bermuda...









28/04/2011

Hairy Sex

"Eu vos declaro marido e marido."

A Justiça é amiga dos gays

Não se deixe enganar por discursos homofóbicos como os do deputado Jair Bolsonaro: os gays estão revidando. E o palco de combate escolhido são os tribunais de todo o país.

TEXTO: VANESSA VIEIRA


Virou mania nacional: bater no deputado carioca Jair Bolsonaro se tornou atividade favorita de 10 entre 10 defensores da igualdade e da tolerância. Pudera. Em entrevistas, Bolsonaro soltou uma avalanche de dispa¬rates: "Eu sou contra a adoção por casais homossexuais. Se um de nós for criado por um homossexual, com certeza vai ser um homossexual". E logo depois comparou gays com ladrões: "É o fim da família, o fim do respeito. Vocês também não iam gostar de ter um filho ladrão. Fere os princípios éticos e morais". 

O preconceito contra gays não é novidade - mas parece estar piorando. Em abril, um estádio de vôlei inteiro vaiou e xingou de "bicha" e "viado" o jogador Michael dos Santos, do time Vôlei Futuro, que é gay assumido. Uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia concluiu que o assassinato de homossexuais no Brasil subiu 31% no último ano e chegou a 260 casos. E outra, da Fundação Perseu Abramo, mostra que 64% das pessoas acreditam que casais de gays e lésbicas não deveriam andar abraçados ou se beijar em locais públicos e que apenas 24% pensam que os governos deveriam ter a obrigação de combater a discriminação de homossexuais. Para 70% "isso é um problema que as pessoas têm de resolver entre elas".

Mas não é isso que pensam os gays - para eles, a discriminação é um problema que tem de ser resolvido na Justiça. E é lá que eles estão conquistando seu espaço. Veja o caso do bancário aposentado José Américo Grippi. Em fevereiro deste ano, aos 66 anos, ele se tornou o primei¬ro homossexual a conquistar na Justiça Federal o direito de receber pensão militar. Grippi viveu por 35 anos com o capi¬tão Darci Teixeira Dutra, morto em 1999, e brigou pelo direito ao benefício, ini-cialmente negado pelo Exército. "Nosso amor não era banal, era sincero", declarou Grippi - e, assim como em qualquer casal hétero, recebeu seus direitos de viúvo.

Foto: Agência Estado
José Américo Grippi mostra a decisão judicial: ele viveu por 35 anos uma união estável com o capitão do Exército Darci Teixeira Dutra, morto em 1999
 
No ano passado, o Superior Tribu¬nal de Justiça concedeu a guarda de duas crianças a um casal de lésbicas de Bagé. Os filhos haviam sido adotados por Lu¬ciana Maidana e eram criados desde 1998,com a ajuda da companheira dela, Lídia Guedes.

Com a decisão, se uma das duas morrer, a outra ficará com as crianças, que de outra forma seriam consideradas órfãs. E não para por aí: nos últimos anos, decisões da Justiça permitiram que gays exercessem o direito de incluir o companheiro no plano de saúde, de ganhar pensão por morte e de declarar o impos¬to de renda em conjunto.

1026 processos em todo o país já reconheceram a união entre pessoas do mesmo sexo.

Essas vitórias no Judiciário estão cumprindo o papel que as leis não cumprem: tratar homossexuais e heterossexuais da mesma maneira. Afinal, é muito mais fácil fazer um juiz decidir a favor dos gays do que a maioria do Congresso aprovar uma mudança na lei. Hoje em dia a Constituição determina que o casamento civil aconteça apenas entre homem e mulher. Mas, segundo a Comissão da Diversidade da Ordem dos Advogados do Brasil, tribunais de todo o país já reconheceram em pelo menos 1 026 processos a união entre pessoas do mesmo sexo. Em muitos desses casos, ficou entendido que houve união estável do casal e que, já que todos são iguais perante a lei, não haveria por que tratar os gays de forma diferente. Assim, pelas beiradas, homossexuais estão garantindo o direito de ser tratados igualmente. Mais importante do que isso: essas decisões favoráveis abrem jurisprudência, ou seja, acabam servindo de referência para outros juízes ao julgar casos semelhantes. E vem mais por aí. Ainda neste semestre os 11 ministros do Su¬premo Tribunal Federal devem decidir sobre a constitucionalidade da união homossexual no Brasil. Três deles já se manifestaram publicamente a favor da questão. Se ficar decidido que a união gay é constitucional, isso pode ter influência em decisões sobre questões de herança, de seguros e de paternidade - quase todas as áreas da vida.

Mas isso não significa que a questão ficará resolvida. Por mais importante que seja a vitória no STF, ela só serviria de referência para juízes de instâncias inferioes. Para que gays sejam realmente tratados como iguais, só mesmo com uma mudança na lei. Segundo a especialista em direito homoafetivo Maria Berenice Dias, atualmente há 108 direitos não as segurados aos homossexuais. Caso o caamento entre parceiros do mesmo sexo fosse aprovado no Congresso, todos esses direitos seriam reconhecidos automaticamente. Se isso acontecesse, pessoas como Bolsonaro se tornariam figuras do passado - coisa que, do ponto de vista ds Justiça, elas já são.

Camisetas suadas...









20/04/2011

E você pensava que na Austrália só tinha canguru... Tem gato também!

Pau novo na área - Vizinho Paulistão.

Sorte de morar numa área com bastante vizinhos, algumas vezes já cheguei da balada e dei uma ronda pela região e acabei dando uma chupada em algum cara afim de gozar.

Dos vizinhos, desde meus 17 anos já acabei dando pra 2 deles a chupei um que ficou meio preocupado em eu dizer algo pra alguém. A duas semanas resolvi correr pelo meu bairro, já era por volta das 9 da noite eu estava com calor ouvindo música e percebi que o cara que está a pouco tempo na minha rua, um vizinho novo, paulista, uns 35 anos aproximadamente, gostoso, pernas torneadas, braço forte, bem macho, casado com uma loira e com um filho recém nascido.

Ele olhou eu saindo em direção a rua principal para correr, eu vi e acabei acenando com a mão. Na hora deu vontade de cair de boca naquele cacete. Fui correr imaginando aquele cara gostoso metendo com força no meu rabo igual e eu ia receber tudo com força sem reclamar pra ele ficar com uma boa impressão e me procurar outras vezes. Saí sozinho, corri por mais ou menos uma hora, voltei cansado e passei novamente na frente da casa dele pra verificar se via o cara novamente, pensei em puxar assunto de alguma forma.

Por sorte ele tava na garagem sem camisa, eu que já achava o cara tesudo, quando o vi sem camisa, pensei em ficar de 4 na hora, o corpo todo malhado um pouco peludo, um tom de pele moreno, tinha uma tattoo no braço, e deu pra ver no volume da bermuda que o pau não era pequeno.

 
 
Ele falou comigo e perguntou sobre a academia que eu malhava, fez perguntas gerais e falou que estava a pouco tempo aqui, que a mulher dele tinha sido transferida na empresa e ele acabava trabalhando em casa no computador. - Nesta hora pensei, o cara deve ficar sozinho o dia todo batendo punheta na internet. - Que desperdício de porra um cara tesão daqueles sozinho o dia todo, eu não me incomodaria de forma alguma em dar uma "mãozinha" ou "boquinha" se fosse necessário.
Ele percebeu que eu fiquei meio aéreo, não conseguia parar de olhar do pro pau do cara balançando dentro da bermuda meio caída.

 
Acabei conversando um pouco e por coincidência nós trabalhos em áreas parecidas, fiquei de mostrar uns trabalhos à ele e talvez dar uma força num projeto.

Era o o dia de sorte, quase propus de ficar chupando o pau dele enquanto ele trabalha no computador, (heheheh) faltou coragem. Acabei pegando o MSN para adicionar.

Fui pra casa tomei um banho, bati um punheta pensando no cara. Acabei indo pro PC adicionar o cara e já dar uma olhada no Orkut pra ver se achava mais informações.


 O cara ficou on line, puxei um pouco de assunto com o cara e ele deu atenção. Eu não aguentei acabei fazendo perguntas mais pessoais pra descontrair e ele sempre respondendo numa boa. Fiz uma brincadeira sobre ele estar em site de putaria por isso demorava pra responder. E ele falou que tava mesmo, tava batendo uma. Eu aproveitei a deixa e comentei que era uma desperdício ele gozar no chão. O cara falou - lá em sampa a gente encontra facinho maneiras de descarregar o saco (ele se referia a gozar) eu senti muito tesao na forma que ele falava, eu logo respondi - aqui em floripa tb, quando precisar.

 
O cara ficou mudo no msn e respondeu - chega aí. Eu fiquei muito nervoso, ele falou - vem dar uma mamada, mas não sou viado não certo cara?- eu falei que eu sabia que ele não era, ele falou - se tu quiser dar uma mamada rapidão chega aí, se tu chupar legal outra hora eu como teu cu.

Eu acabei saindo rapidão na casa do cara, eu perguntei sobre a mulher dele, ele tirou o pau pra fora, e falou - tu veio aqui pra mamar certo? então cai de boca.

Ele tava de pau duro, eu vi que no computador no canto da sala tava um filme pornô de uma mulher dando o cu pra um negro cacetudo e ela gemia muito, dava pra ouvir baixinho. O pau do cara era grande meio cabeçudo não muito grosso mas bem pesado deu pra encher a boca. Era um pau bem reto com veias e ele era pentelhudo, o saco não muito mas ele tinha pelos na região entre o umbigo e o pau, não muito exagerado mas só aparado, sem raspar. As coxas do cara eram grossas e segurei com força até ele empurrar minhas mãos e segurar minha cabeça contra o pau dele. Ele falou algumas coisas baixinho mas eu não consegui ouvir direito, sei que ele comentou algo sobre arrombar meu cu, ou sobre detonar meu cu algo assim. E perguntou pra quantos caras da rua eu tava dando. Eu respondi NENHUM. Ele falou que era mentira porque pela experiencia eu deveria chupar todo dia um.

 
Eu fiquei sem jeito e fiquei chupando e batendo punheta, ele tirou o pau de dentro da minha garganta e deu uma porrada com o pau na minha cara com muita força e mandou eu colocar a lingua pra fora, eu obedeci. Era hora de fazer tudo jeito que ele queria, pra garantir que o pauzudo separe porra pra lavar minha cara de vez enquando. Eu senti muito tesao no rabo mas nem sugeri de ele me comer. Ele segurou minha cara enquanto batia punheta e deu uma gozada na minha lingua, escorrendo um pouco pra fora da boca, ele falou pra eu não deixar cair a porra. Eu fiquei com a lingua cheia. Ele olhou pra mim e falou, - sente isso é gosto de macho. 

 
Eu acabei levantando fui ao banheiro e cuspi na pia. Fiquei sem reação, ele foi junto ao banheiro, lavou o pau dele e falou pra eu mostrar a bunda. Eu baixei o shorts um pouco mostrando a bunda. Ele falou, na próxima vou te esgaçar. Eu não falei nada. Ele deu uma pegada na bunda, na hora eu que estava segurando me pau, acabei gozando, dentro da cueca mesmo. Eu fiquei todo melado, ele falou pra mim que ele me chamaria quando tivesse afim.

 
Eu apesar de não ter sentido o cacete arrombando meu rabo, já valeu a pena ter dado uma mamada dessas. O cara era tesão e não vejo a hora de ir com o rabo preparado pra levar muito ferro.